Anthurium

Código Vaso Diam cm Altura cm Preço Obs                                              
00.00011 14   60

16,40 €

 

Anthurium

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Nome vulgar: Antúrio, Planta-flamingo

Nome Cientifico: Anthurium Sp.

Sinonímia:

Família: Araceae

Género: Anthurium

Tipo de Planta:  Perene

Origem: América Central e do Sul

 

Descrição: O género Anthurium, muito vas­to, não só inclui plantas apre­ciadas pela sua folhagem, mas que são de cultivo difícil em interior, como também algumas espécies de cultivo fácil que, além disso, propor­cionam ainda um bónus: inflorescências em espiga (nome botânico deste tipo de inflorescências) muito visto­sas e duradouras, constituídas por uma espata grande e plana envol­vendo uma espádice fina, arqueada ou muito retorcida. Cada inflorescência pode durar oito semanas ou mesmo mais.

No seu habitat natural, os antúrios crescem no solo ou de modo epífito nas árvores. O seu sistema radicular é reduzido e as folhas emergem em geral directamente das raízes carnu­das.

 

ESPÉCIES ACONSELHÁVEIS

A. andreanum A espécie original, não se vê com muita frequência, pois foi suplantada por numerosas formas melhoradas e muitos híbridos. As plantas cultivadas como variedades do A. andreanum apresentam folhas sagitadas de 20-25 cm de compri­mento e 12,5 cm de largura, situadas na extremidade de pecíolos que po­dem atingir 25 cm de comprimento. A espata, em forma de escudo e muito brilhante (como se tivesse sido envernizada), pode ser branca, rosa, cor de salmão ou vermelha, mede 7,5-12,5 cm de comprimento e a sua superfície é geralmente rugosa. A espádice, excêntrica e carnuda, é cilíndrica, arqueada, de cor amarela tendendo para creme.

A. crystallinum É cultivado pela sua folhagem extremamente decorativa. As folhas, cordiformes, medem 60 cm de comprimento por 30 cm de largura. Quando novas, são de um roxo-metálico, mas com o passar do tempo tornam-se de um verde-esmeralda-escuro e brilhante, com a nervura central proeminente e as principais nervuras laterais marcadas a prateado. Os pecíolos atingem 37 cm de comprimento e sustentam as folhas quase na vertical. A inflorescência é relativamente insignifi­cante.

A. scherzerianum Tem folhas lanceo­ladas, coriáceas, verde-escuras, com pecíolos de 15-20 cm de comprimen­to. A inflorescência tem uma espata cerosa, de um escarlate-vivo, de 7,5-10 cm de comprimento, que en­volve uma espádice recurva vermeIho-alaranjada de 5-7,5 cm de com­primento. Em algumas formas a espata é de um vermelho mais escuro salpicado de branco.

 

CUIDADOS

Luz: Os antúrios não necessitam de luz forte para florirem; na realidade, preferem sempre luz média – como, por exemplo, ao pé de uma janela com alguma sombra. Devem, no en­tanto, manter-se junto da janela, pois se, se encontrarem muito longe da fonte de luz as folhas alongam-se de forma pouco atraente.

Temperatura: Estas plantas dão-se melhor a temperaturas relativamente constantes da ordem dos 18-20°C, mas toleram temperaturas mais bai­xas, até 13°C, durante breves perío­dos de tempo.

Rega: Enquanto as plantas se encon­trarem em crescimento activo, regue abundantemente com a frequência necessária para manter a mistura completamente húmida. Durante o período de repouso deixe secar 1 cm da camada superficial antes de regar novamente. Alguns horticultores são de opinião de que a água não deve ser calcária, mas isto não é essencial para a maioria das formas e dos hí­bridos actuais.

Adubação: Aplique um vulgar adubo líquido de duas em duas se­manas enquanto a planta estiver em crescimento activo.

Envasamento e reenvasamento: A mistura, deverá conter uma ele­vada percentagem de turfa grossa, de terriço ou de musgo. Pode utilizar uma mistura à base de turfa desde que seja frequentemente adubada, mas a mistura mais indi­cada é uma constituída por turfa, mistura à base de terra e areia em partes iguais. Na Primavera, mude as plantas pequenas para vasos do tamanho acima, certificando-se de que não ficam mais enterradas do que estavam anteriormente e de que no fundo dos vasos há cerca de 5 cm de material drenante para assegurar uma boa drenagem. Para a maioria dos antúrios cultivados em interior não serão necessários vasos de tamanho superior a cerca de 14 ou 16 cm de diâmetro.

Na Primavera, divida os tufos demasiado densos. Separe­-os cuidadosamente, de modo que cada parte tenha algumas raízes car­nudas e um ponto vegetativo. En­vase num vaso pequeno contendo uma mistura à base de turfa, coloque o vaso num local em que receba luz média e uma temperatura constante de cerca de 20°C. Regue apenas o indispensável para manter a mistura húmida até as raízes se tornarem ac­tivas. Há toda a vantagem em pro­porcionar calor por baixo por meio de um simples tabuleiro eléctrico.

Observações especiais: O A. crystallinum (e outras espécies cultivadas principalmente pela folhagem) re­quer um grau de humidade extre­mamente elevado e por isso dá-se melhor numa janela para plantas. Uma humidade elevada estimula a floração tanto no A. andreanum como no A. scherzerianum; assim, deve colocar estas plantas em tabuleiros com seixos húmidos ou turfa húmida e pulverizar as folhas diariamente com água. As Inflorescências podem necessitar de apoio; prenda-as a estacas finas com ráfia ou argolas de arame revestido de plástico. Limpe as folhas coriáceas das duas últimas espécies com uma esponja e as folhas mais delicadas do A. crystallinum, pulverizando-as com regula­ridade.

 


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