Sebes deBambus

Trata-se de cercas de grande dimensão. Os princípios de instalação são idênticos aos utilizados nas cercas. Caso se corra o risco de invasão de rizomas, é aconselhável o emprego de uma barreira defensiva.

As sebes podem ser podadas. Uma vez que o período de crescimento do bambu se limita a dois ou três meses de crescimento por ano, o melhor é fazer incidir a poda com o momento em que o crescimento pára. Desta forma, a sebe conservará até ao ano seguinte exatamente a mesma altura e a mesma largura que tinha no momento corte. De três em três ou de quatro anos, deve proceder-se ao desbaste, retirando-se os caules mais velhos, que entretanto secaram e perderam a folhagem.

Deve evitar-se plantar sebes constituídas por uma única espécie de bambu (monospecíficas). Com efeito, no momento em que essa espécie florescer, uma parte ou mesmo a totalidade da folhagem poderá desaparecer, provocando um enfraquecimento do conjunto ou mesmo a morte de toda a planta. O Melhor será cominarem-se duas ou três variedades diferentes, pois embora a floração não possa ser evitada, ela passará praticamente despercebida, a menos que se verifique uma floração conjunta em várias variedades, fenómeno que tem muito poucas probabilidades de vir a ocorrer.

Esta mistura de variedades, pode ser constituída por plantas de folhagem lisa ou matizada.

As sebes de tonalidades lisas obtêm-se combinando variedades semelhantes umas às outras. Neste caso é extremamente difícil distinguir os vários bambus que a constituem.

Com esta finalidade, podem associar-se o Phyllostachys nuda, o Phyllostachys bisseti, o Phyllostachys decora, o Phyllostachys Heteroclada, o Phyllostachys humilis, o Phyllostachys nidularia, etc.

As sebes matizadas conseguem-se reunindo variedades com caules diferentes. Podem-se combinar-se caules verdes, caules amarelos, Phyllostachys viridis sulfúrea, Phyllostachys nidularia, Phyllostachys bambusoides ‘Holocrysa’, Phyllostachys aurea ‘Holocrysa’, caules negros Phyllostachys nigra, caules manchados Phyllostachys nigra ‘Boryana’, Phyllostachys bambusoides ‘Tanakae’, caules bicolores Phyllostachys bambusoides ‘Castillonis’, Phyllostachys bambusoides ‘Castillonis-inversa’, Phyllostachys aureosulcata ‘Spectabilis’.

Para além das suas virtualidades estéticas, as sebes de bambus constituem ótimos quebra-ventos.

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