Pereira Rocha

Código Vaso Diam cm Altura cm Preço Obs                                       
10.00020 25   150

8,99 €

 
10.00000    

0,00 €

 

 

(Pyrus communis L.)

A variedade de Pyrus communis L. apelidada de Pêra Rocha tem a sua origem, segundo Matta, numa árvore obtida por semente ocasional, há cerca de 157 anos, na "fazenda do Rocha" em Sintra.·

Era de tal modo gabada pela delícia dos seus frutos que foi a partir de garfos dessa árvore que a variedade se espalhou.

Também o mesmo autor, em comunicação apresentada no 2º Congresso Nacional de Pomologia diz "... Constando-me que na Ribeira de Sintra várias pessoas afirmavam conhecer a pereira "Rocha" ali me dirigi, encontrava-me em presença duma árvore cuja robustez era digna de atenção e cuja idade, reparei, quer pelo aspecto, quer por informação de pessoas, não seria inferior a 90 anos...".

No Arquivo dos Trabalhos deste Congresso, editado em 1932, a pêra Rocha figura no inventário das variedades concorrentes às três exposições de 1925, com o nº de ordem 5 e 16.

Frutos:

Cor

De cor amarela clara, com pigmentação homogénea, por vezes com uma mancha rósea do lado do sol e com carepa típica unida na base e dispersando-se por toda a superfície.

Aroma e Sabor  

A polpa é branca, macia, fundente, granulosa, doce, não ácida, muito sucosa e de perfume ligeiramente acentuado.·
Frutos partenocárpicos, com ligeira carepa típica dispersa pela pele.

Forma

A sua forma é predominantemente oblonga, piriforme ovada.

Colheita

Meses de Julho e Agosto, devendo a colheita ideal situar-se entre 135 e 145 dias após a floração plena.


Árvores:

A cultivar ‘Rocha’ tem um vigor médio, ramos flexíveis, frutifica em esporões e em verdascas coroadas, sendo alternante a nível dos esporões, tem uma rápida entrada em produção e é sensível ao pedrado e à estenfiliose.

Conhecida de uma forma breve a cultivar e sabendo que a pereira tem um comportamento acrotono, ou seja, tem tendência para formar ramos na parte mais alta da árvore, devemos assim evitar o desguarnecimento de ramos na parte mais baixa da pereira, que por sinal é a que produz fruta mais barata. Por vezes é necessário fazer incisões acima dos gomos dormentes situados no eixo para o preencher por completo e assim evitar zonas improdutivas.  

No eixo central revestido os primeiros ramos devem estar inseridos 0,50 m acima do solo e não se deve permitir que qualquer ramo tenha um diâmetro superior à parte central da árvore, ou seja, ao eixo. O mesmo deve acontecer nos ramos laterais. Neste sistema de condução é obrigatório existir uma hierarquia em que a parte central (eixo) é mais forte e mais alto que qualquer ramo nele inserido. Isto só é possível em situações de regadio. Os ramos mais baixos são mais compridos e mais fortes do que os que estão acima. Os ramos distribuem-se ao longo do eixo de uma forma radial. Os ramos não devem ter bifurcações para que a luz entre facilmente no interior da copa. O topo do eixo deve terminar num único ramo também para facilitar a entrada da luz na copa

Quanto aos solos, a pereira rocha prefere os terrenos de várzea ou aluviões e os próximos da linha de água, onde há um relativo equilíbrio entre os teores de argila e a areia fina e valores de pH entre 6 e 7,5.

 

Compasso:

4x3 m

A poda, tradicionalmente, realiza-se quando as pereiras não têm folhas, em geral de Dezembro a Março. Vulgarmente designada por poda de Inverno ou poda em seco. Esta poda, em geral, estimula a formação de madeira e torna as árvores mais vigorosas.  O período de cicatrização dos cortes é mais demorado e mais favorável ao desenvolvimento de infecções. Após as pereiras terem folhas e ter terminado a floração/vingamento, pode-se realizar a poda de Verão ou poda em verde, podendo esta ser efectuada de final de Maio até final de Julho.  Esta poda, em geral, dependendo da época do ano, estimula a formação de órgãos de frutificação e reduz o vigor das árvores. Pode efectuar-se em finais de Maio até meados de Junho para favorecer a diferenciação floral, que em geral ocorre 35 a 45 dias após a plena floração, pode ainda fazer-se mais tarde (Junho/Julho) e unicamente favorece a qualidade dos frutos principalmente a coloração, acidez e açúcares totais. Em qualquer das situações esta poda é sempre moderada e em geral não se utiliza tesoura uma vez que se eliminam ramos que ainda estão herbáceos. O período de cicatrização das feridas é mais rápido e menos favorável ao desenvolvimento de infecções.  Actualmente a poda de Inverno é complementada com a poda de Verão, julgamos que no futuro próximo a poda em verde conjuntamente com a monda de frutos serão as operações principais que serão complementadas pela poda de Inverno.

Os tratamentos deverão ser dirigidos para o controlo das pragas e doenças que posam vir a aparecer no pomar.

download do calendário de tratamentos

Problema
Produto
Ação na Cultura
Ação no Problema
Ácaros Plictran 25 W Contacto Contacto
Ácaros Garbol Contacto Contacto
Ácaros Envidor    
Ácaros eriofídeos Envidor    
Afídeos ou piolhos Decis   Contacto e ingestão
Afídeos ou piolhos Calypso    
Afídeos ou piolhos Confidor O-TEQ    
Afídeos ou piolhos Confidor Classic Sistémico Contacto Ingestão
Aranhiço vermelho Garbol Contacto Contacto
Bichado da Fruta Decis   Contacto e ingestão
Bichado da Fruta Decisprime Contacto Ingestão e fumigação
Bichado da Fruta Calypso    
Bichado da Fruta Runner    
Bichado da Fruta Alsystin Max    
Bichado da Fruta Alsystin   Contacto Ingestão
Bitter pit ou manchas amargas Complesal Cálcio   Adubo foliar
Cancro da macieira Calda Bordalesa    
Cancro da macieira Cupravit Superfície (contacto) Preventivo
Cancro do colo (macieira e pereira) Aliette Flash    
Carências em boro Foliarel   Adubo Foliar
Cochonilha (ou piolho) de S. José Garbol Contacto Contacto
Doenças de Conservação da Fruta Aliette Flash    
Formas hibernantes de insectos e ácaros Garbol Contacto Contacto
Infestantes (ervas) Zarpa   Sistémico, residual e contacto
Infestantes (ervas) Basta S Contacto Contacto
Infestantes (ervas) Targa Gold Sistémico Sistémico
Infestantes (ervas) Roundup Supra    
Infestantes (ervas) Roundup Ultra Não selectivo Sistémico
Lagarta Mineira Confidor O-TEQ    
Lagartas Mineiras da Macieira Alsystin Max    
Lagartas Mineiras da Macieira Confidor Classic Sistémico Contacto Ingestão
Lagartas Mineiras da Macieira Alsystin   Contacto Ingestão
Moniliose Mancozan Contacto Contacto
Moniliose Cupravit Superfície (contacto) Preventivo
Moniliose Pomarsol Ultra D Superfície (contacto) Preventivo
Oídio Flint    
Oídio da Macieira Enxofre Bayer WG    
Oídio da Macieira Libero Top Sistémico Preventivo Curativo
Pedrado Baycor Plus Penetrante (sistemia localizada) Preventivo Curativo Erradicativo
Pedrado Baycor S Penetrante (sistemia localizada) Preventivo Curativo
Pedrado Calda Bordalesa Contacto Contacto
Pedrado Mancozan Contacto Contacto
Pedrado Flint    
Pedrado Enxofre Bayer WG    
Pedrado Cupravit Superfície (contacto) Preventivo
Pedrado Libero Top Sistémico Preventivo Curativo
Pedrado Antracol Superfície (contacto) Preventivo
Pedrado Pomarsol Ultra D Superfície (contacto) Preventivo


Contacto

Amélia Palmela Decorações em Plantas Ornamentais

Av. Mariano de Carvalho, 27
2900-487 SETÚBAL


Tel: 351 265239058


Free Web Counter    Free Counter

 

 

 

 

 

 

 


Centro de Jardinagem

Horário de Funcionamento:

Segunda a Sexta:

das 09,00 às 19,00h

Ao Sábado:

das 09,00 às 13,00h

Encerra para Almoço das 12,30 às 14,30h

Descanso Semanal ao Domingo

Coordenadas GPS
Lat:  N 38,52641º
Lon: W 8,89302º

 

Idris

O Sistema de Rega para as suas Floreiras

 

 

Veja o Video